Ao final de assíduo estudo musical (ver link: http://www.questaodeconfianca.blogspot.com/), leitura de retrospectos, contextos, "posts" anteriores, só posso dizer: ufa...que trabalhão...
Parabéns, meu amigo, pelo estudo, e também por agir de forma tão equilibrada na resposta ao André...tanto ele quanto seus irmãos, mãe, tias,tio, primos...toda família está viceralmente envolvida com a música. E olha que já faz um tempão, hein? Lembro-me do "Pai Gonçalves" (Francisco?) nos Arautos do Rei...
Desculpe pela abordagem um tanto quanto informal, apesar do calor de formalidades que um debate como o presente nos propõe, mas é essencial que ocorra, pois a meu simplório ver ainda nos falta avançar rumo ao equilíbrio nesta arena de sons, ritmos e letras. Não dá mais prá aceitar que música seja tão subjetiva que deva ser pautada por seus efeitos e implicações individuais. Não me considero músico. Estudo desde os 4, 5 anos...até arranho um pianinho, teclado...um violão...desafino no trombone e sonho em me aventurar pelo populesco sax. Na voz, prefiro ouvir a cantar, a não ser que role uma harmoniazinha...quartetão?? Estamos aí...mas nada sério. Como leigo, e ser humano, tenho de admitir que passo por momentos diferentes quanto ao humor, à motivação, aos sentidos que nos interpretam a realidade de forma tão "embaçada". Gosto especialmente de músicas que me alegrem; também daquelas que geram reflexão, que evocam sentimentos puros de perdão, comunhão...
Não quero prolongar demais, portanto vou ao ponto: (também, tenho mais o que fazer, não é mesmo?.kkk) Temos procurado desesperadamente uma experiência com Deus, seja através de bons sermões, seja através da música (esta mais acessível de modo geral, e essencialmente aos jovens como nós...); Ouço com freq. o desejo que as pessoas têm de serem "tocadas"...mas tenho percebido que no campo musical temos buscado um paliativo para esta "experiência", através de um excessivo estímulo à emoções superficiais - que não oferecem mudanças reais, transformação que "o contemplar" deveria gerar. Em nossa busca desesperada por nos encontrarmos em Deus, e Ele em nós, acabamos por nos perder em nós mesmos...
O que nos é necessário, como sempre foi, em especial neste momento "morninho" demais - laodiceanos de plantão que me entendam - NASCER DENOVO.
Acho que a este ponto congruem todas as expectativas e projeções tanto soteriológicas quanto experimentais; tanto eclesiológicas quanto escatológicas. (falando direitinho, nossos desejos por salvação - a "eternidade" que nos foi plantada no coração, por auto-aceitação, por aceitação social e por aceitação final - redenção.)
Ahhh...como eu preciso nascer denovo...como eu preciso buscar a Deus na simplicidade de uma leitura da Bíblia em família, dos hinos cantados meio fora de compasso, até um pouco desafinados, muito diferentes dos shows que impressionam os sentidos, mas não têm mudado o coração, têm?
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